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| Luz da Ásia
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esse poema é atribuído a Buda,
quando de sua iluminação
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Luz da Ásia
Muitas foram as casas
da vida
Que me prenderam -
e eu sempre à procura do forjador
dessas prisões dos sentidos,
cheias de sentimento!
Minha luta foi árdua e
dolorosa!
Mas agora, Eu te
conheço,
ó construtor deste Edifício!
Nunca mais reconstruirás
Estes muros de dor,
Nem levantarás outras vigas de desenganos,
Nem novos esteios fincarás no barro;
Tua casa ruiu, partiu-se a viga-mestra do telhado!
O engano lhe dera forma!
Que agora eu saia a
salvo para obter a liberdade.
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